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 Auto-hemoterapia para uso dos Venezuelanos: Alternativa

Auto-Hemoterapia - Informações e Debate - Participação
6091
Terça-feira, 16 de abril de 2019 - 15:14:42
200.187.174.104

Auto-hemoterapia para uso dos Venezuelanos: Alternativa importante para enfrentar o bloqueio econômico ao país, crime praticado pelos EUA 

 

Técnica para uso imediato como política nacional, destinada ao uso da população em geral e, em particular, em geriatria e pediatria.  

 

Sr. 

 

Edgar A. González Marin 

 

Consul Geral  

 

Consulado Geral da República Bolivariana da Venezuela 

 

Rio de Janeiro  

 

Brasil 

 

Ilustre Senhor: 

 

Estive em sua palestra no Espírito Santo na última semana, e lhe sugeri que a auto-hemoterapia, técnica de cura de altíssima eficácia e baixíssimo custo, fosse empregada na Venezuela no período especial em que seu povo luta contra o bloqueio econômico criminosamente determinado pelos Estados Unidos da América (USA). Bloqueio de tão severas consequências sobre a população, inclusive produzindo desabastecimento de medicamentos.  

 

Esta mensagem cumpre sua orientação de enviar informações a respeito. 

 

No Brasil, depois de mais de cem anos de uso livre, a auto-hemoterapia foi proibida, por medida que fere as leis brasileiras, inclusive a Constituição Federal, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em conluio com os conselhos de Saúde (Medicina, Enfermagem e Farmácia).  

 

Tais órgãos se colocaram na defesa dos interesses comerciais dos laboratórios farmacêuticos transnacionais, em prejuízo da população brasileira. Os brasileiros lutam bravamente contra o arbítrio e milhares de relatos de cura podem ser lidos na mídia social, como em  

 

https://pt-br.facebook.com/groups/autohemoterapiatrataecura/  

 

Seguem informações básicas sobre a técnica, que poderiam balizar rápida pesquisa sobre o tema. 

 

Cordialmente, 

 

Ubervalter Coimbra, 

jornalista. 

 

a) O que é a auto-hemoterapia 

 

"É um recurso terapêutico de baixo custo, simples, que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo.  

 

SUMÁRIO  

 

A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia - comumente da prega do cotovelo - e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml a 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. Antes da aplicação do sangue, em média, a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e, ao fim de 8h, chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22%, para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia.  

 

A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo. As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sanguíneos são combatidas pelos macrófagos, que, quadruplicados, conseguem assim vencer estes estados patológicos ou, pelo menos, abrandá-los. No caso particular das doenças auto-imunes, a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente. 

 

1. HISTÓRICO 

 

Em 1911, F. Ravaut registra: modo de tratamento auto (uno mismo, haima – sangra) empregado em diversas enfermidades infecciosas, em particular na febre tifóide e em diversas dermatoses. Ravaut usa a autohemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos (dicionário enciclopédico de medicina, T.1, de L. Braier). ..." 

 

Do artigo do dr. Luiz Moura em  

 

http://www.rnsites.com.br/aht_luiz_moura.pdf  

 

b) Vídeo com o título Autohemoterapia - Dr. Luiz Moura (legenda em Español)  

 

https://www.youtube.com/watch?v=OpmSHI42k80  

 

c) Recurso ao Ministério Público Federal (MPF) requerendo intervenção do órgão para liberar a auto-hemoterapia no Brasil. O órgão, que é fiscalizador do cumprimento das leis, descumpriu sua obrigação e arquivou o pedido. 

 

O documento cita manifestações de um grupo de cientistas brasileiros em defesa da auto-hemoterapia. Entre estes, os professores doutores Francisco das Chagas Rodrigues, psiquiatra do Rio Grande do Norte, fez uma avaliação completa do assunto e relata: “O que achei mais interessante é que existem muitos pacientes em todo o Brasil que utilizam a técnica e que os Conselhos de cada estado poderiam ter solicitado o testemunho dessas pessoas.”. “Ora, - observa - se é para a população que os Conselhos prestam serviço na fiscalização dos atos médicos, parece que a grande testemunha foi deixada de fora.”  

 

Dr. Rodrigues continua afirmando que “Outra observação que podemos fazer nesse caso é que a grande arma usada para atacar a técnica é que ela não é científica e que, se imagina, os pareceristas são cientistas cujo poder de discriminação, de investigação, de julgamento, está acima de qualquer tipo de preconceito, como defende a Ciência.”. E enfatiza: “Não é verdade, são pessoas humanas, cada uma com seus defeitos e preconceitos. Um deles é que a Medicina deve ser uma atividade científica. Não é! Todos os grandes médicos reconhecem que a essência da Medicina é a ARTE de curar, de cuidar.”  

 

Aquele médico potiguar vai além e explica que “A Ciência é uma importante aliada para exercermos essa arte, mas não pode dar todas as respostas, pois ela é simplesmente um foco de luz nas imensas trevas de nossa ignorância.”  

 

Muito forte a constatação do Dr. Rodrigues, de que "a grande testemunha foi deixada de fora".  

 

E, ainda:  

 

"Autohemoterapia  

 

De André Luis Soares da Fonseca em 20/05/2007 07:52:49 a partir de 200.181.123.13  

 

Senhores(as)  

 

Sou professor de Imunologia e Genética Médica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e cada vez mais me espanta o pouco grau de inteligência (do latim "inteligere" :ligar, fazer conexão) de alguns médicos deste país.  

 

É inacreditável como quando não se sabe nada, vai-se pelo que a maioria pensa ou pelo que é mais conveniente. A autohemoterapia é uma panacéia sim, mas é uma terapia coadjuvante, que melhora o sistema imunológico, não porque aumenta a sua capacidade, mas porque MODULA a sua função, ou seja, quando a imunidade está aumentada (hipersensibilidades, autoimunidades) ele DIMINUI a resposta; quando está baixa, ele AUMENTA a resposta em níveis compatíveis com o estado de saúde.  

 

Ainda sem claro mecanismo de ação (pelos resultados análogos, obtidos com infecções bacterianas), crêe-se que quando as hemácias se localizam fora do tecido (como é a autohemoterapia), os macrófagos teciduais (histiócitos) são estimulados através de receptores específicos por glicoproteínas presentes na superfície das hemácias e realizam a sua fagocitose (hemocaterese), o que aumenta o nível de produção de derivados do metabolismo do oxigênio (O2-, H2O2, OH-) e metabólitos do Nitrogênio (Óxido Nítrico), que têm funções imunológicas.  

 

Além do mais, os macrófagos assim ativados produzem níveis baixos, mas suficientes para uma ativação parácrina (no local) de interleucinas tais como IL-12 e IL-1. Depois disso, migram pelo organismo (mais importantemente para os linfonodos) e ativam mais adequadamente o sistema imunológico.  

 

Vale lembrar que a autohemoterapia mimetiza um hematoma e daí a não realização da autoimunidade, como alguns questionam.  

 

A questão da contaminação com vírus (meu Deus, é melhor ler isso do que ser cego!) deve-se, como todo procedimento negligente, à contaminação. E o princípio da AUTOhemoterapia é utilizar o sangue do próprio paciente nele mesmo, COM SERINGAS E AGULHAS ESTÉREIS.  

 

Quando à questão dos abcessos (Deus, dai-me forças), abceda QUALQUER aplicação parenteral em que não se faça procedimento asséptico, até espremer espinhas...  

 

A autohemoterapia, nos países AVANÇADOS em que a medicina a permite, tem de ser utilizada como terapia coadjuvante e, sempre recomendável, com acompanhamento médico.  

 

Em medicina veterinária é protocolo constante em alguns tomos de Medicina Veterinária Interna e utilizada com terapia de escolha na papilomatose bovina, com excelentes resultados.  

 

Bom, pelo menos esta polêmica toda servirá para suprir a falta de material científico necessário e adequado para validar, segundo as leis, este procedimento que não tem nada de charlatão. Aliás, charlatanismo, segundo o direito penal, é tratar alguém sabendo que o tratamento não funciona. Portanto, até médicos podem ser charlatões."  

Publicado em http://saude.inforum.insite.com.br/39550/4329989.html 

 

PhD USA POR 09 ANOS  

 

Um outro depoimento que prova a eficácia da auto-hemoterapia é da professora doutora, Joselina Do Nascimento Passos. A médica, infectologista, dá seu testemunho da auto-hemoterapia em caso de esclerodermia  

 

"Ana Paula Passos compartilhou a publicação de Joselina Do Nascimento Passos.  

 

Joselina Do Nascimento Passos  

2 de outubro de 2015  

 

Estou entrando na área da internet. Relutei muito e acabei aceitando. Meu nome é Joselina do Nascimento Passos, nascida em Salvador, Bahia em 13 de maio de 1941.  

 

Tive uma infância feliz em companhia dos meus pais, pessoas simples e muito digna. Ele motorista e ela dona de casa e onze irmãos. Tivemos uma vida simples de muita luta porém com muita dignidade onde os meus pais transmitiam para nós o valor da honestidade e bom caráter. Fiz o primário e secundário em escola pública e em 1962 passei no vestibular de medicina onde formei em 1968, data que culminou com meu casamento com o colega de faculdade Elias Moutinho dos Passos. Excelente companheiro, amigo que estamos juntos há 47 anos. Desta união tivemos dois filhos maravilhosos.  

 

Em 1969 fui para Ribeirão Preto fazer pós-graduação em clínica médica e doenças transmissíveis. Em 1971 fomos convidados para a faculdade de medicina de Londrina onde meu marido que já era professor da USP de Ribeirão Preto foi contratado como professor titular de patologia e eu como professora assistente de doenças transmissíveis. Em 1975 fui promovida a professora adjunta após defesa de tese de doutoramento. Como professora da Universidade Estadual de Londrina participei de vários congressos médicos com diversos trabalhos apresentados nestes eventos. Tive vários trabalhos publicados em revistas de especialidades. Foi um período muito gratificante da minha vida onde tive oportunidade de conviver com meus alunos que hoje são excelentes profissionais, fato que muito me orgulha. Aposentei em 1996.  

 

Na década de 1980 prestei concurso para o INAMPS e lá trabalhei por 15 anos em posto de saúde sendo responsável pelo serviço de AIDS até 1995 onde me aposentei por invalidez devido a esclerodermia, doença diagnosticada em 1990 com comprometimento pulmonar, esofágico cutâneo e vascular. Como o inverno no Paraná era muito intenso fazendo com que tivesse alteração vascular ( síndrome de Renault ) decidi mudar para a Bahia procurando uma melhor qualidade de vida. Optei em morar na Gamboa do Moro de São Paulo, na Ilha de Tinharé no município de Cairu onde construímos uma pousada e um camping. Vivi na ilha por um período de 15 anos onde prestei serviço médico para a comunidade, fundamos a Associação dos Moradores da Gamboa que foi reconhecida como de utilidade pública municipal, estadual e federal (OSCIP) em 1998. Fizemos um projeto social “Aprender é Viver” dando assistência a 60 crianças filhos de pescadores da ilha.  

 

Como tive piora da minha doença tive que me submeter a quimioterapia (pulsoterapia) com melhora relativa. Esta doença rara (1 em cada 100.000 pessoas) não tendo nenhum estudo cientifico em andamento fiquei sem alternativa de tratamento. E sem perspectiva de melhora fez quem pensasse que na vida temos que gastar mais horas realizando do que sonhando. Tendo conhecimento da auto-hemoterapia resolvi usar esta técnica onde utilizo 10ml sangue venoso semanalmente há 9 anos, apresentando neste período uma melhora da qualidade de vida pois neste período não sofri com nenhum quadro infeccioso assim como não tive nenhuma reação colateral. O quadro pulmonar apresentou uma progressão o que o meu pneumologista propôs fazer uma série de quimioterapia.  

 

Gostaria de transmitir a experiência positiva com a auto-hemoterapia. Tenho certeza que foi muito benéfica para minha vida. Atualmente moro em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. Espero que as pessoas que compartilharem deste relato pense que a vida é uma eterna escola e nunca devemos fugir da luta pensando que o homem, ser racional, mais do que ninguém precisa lutar aplainando a diversidade da vida para que a felicidade que todos sonhamos possa um dia florescer.  

 

Missão cumprida? Não sei, porém enquanto houver vida, lucidez, perspectiva futura devemos continuar nesta batalha." Publicado em http://www.hemoterapia.org/depoimentos/medica-da-seu-testemunho-da-auto-hemoterapia-em-casos-de.asp 

 

Republicado por Marcelo Fetha em http://autohemoterapia-por-doutor-luiz-moura.blogspot.com.br/2017/08/medica-fez-autohemoterapia-por- ... em 31 de outubro de 2016. 

 

Chamamos a atenção sobre os seguintes detalhes sobre a médica e seu esposo:  

 

• Pós-graduada em clínica médica e doenças transmissíveis - USP Ribeirão Preto SP  

• Professora assistente de doenças transmissíveis da Universidade Estadual de Londrina  

• Em 1975 apos doutorado promovida a professora adjunta  

• Participou de vários congressos médicos com diversos trabalhos apresentados nestes eventos.  

• Teve vários trabalhos publicados em revistas de especialidades.  

• Elias Moutinho dos Passos  

• Professor doutor da USP de Ribeirão Preto SP  

• Professor titular de patologia da Universidade Estadual de Londrina  

 

UMA VOZ QUE VEM DA HARVARD UNIVERSITY  

 

O PhD Lair Ribeiro esta entre os cientistas que conhecem e falam sobre a auto-hemoterapia. Ele explica o estímulo do sistema imune com a técnica.  

 

Para ele, médico que não entende de sistema imune “não é médico”. Em aula para médicos, seus alunos de pós-graduação, indagou e ele mesmo respondeu: “Qual a célula mais importante? – Macrófago.”. E explicou a ativação dessa célula. Começou dando o exemplo: da auto-hemo (auto-hemoterapia), lembrando: “O Jesse Teixeira mostrou que a concentração de macrófagos vai de 5 para 22 por cento, com a auto-hemo. Você está fazendo a estimulação (do sistema imune)”.  

 

Disse enfaticamente: “eu acho que para ser médico, você tem que entender de sistema imune; senão você não é médico”. Em seguida, disse que o sistema imune está em todo lugar: “Ele está em seiscentos linfonodos, espalhados pelo corpo, tudo depende dele; as pessoas que têm câncer, não interessa a causa: o sistema imune falhou. Se eu vou lá e fortaleço o sistema imune, combato o câncer!”.  

 

Lair Ribeiro explicou o funcionamento da imunidade do organismo, mostrando que quando a pessoa entra em contato com o patógeno, a imunidade inata entra em ação imediatamente. Para ele, a imunidade inata tem que estar muito forte, porque se estiver forte não vai precisar lançar mão da imunidade adquirida. Nesse sentido, ele discorreu sobre a importância do macrófago, explicando detalhadamente o seu funcionamento.  

O vídeo com a manifestação do dr. Luir Ribeiro: https://vimeo.com/190650460 

 

Lair Ribeiro se doutorou em medicina em Harvard.  

 

d) Recurso ao MPF na íntegra em 

 

http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/auto-hemoterapicasos-nosso-recurso-esta-protocolado-pr-es.asp  

 

Parecer do dr. José de Felippe Junior ao MPF 

 

http://www.rnsites.com.br/autohemoterapia-drjfelippejunior.pdf  

 

O dr. José de Felippe Junior, MD PhD, finaliza nestes termos seu longo arrazoado, feito a pedido do próprio órgão:  

 

"...  

O Além de não se enquadrar em tratamento experimental a autohemoterapia devido a eficácia e segurança está disponível para a população carente do nosso País, desde que a abordagem convencional seja plenamente empregada e não tenha surtido o efeito desejado, pois, cabe ao médico assistente minorar sofrimento e melhorar a qualidade de vida de quem o procura e nele confia. O paciente é responsabilidade do seu médico assistente."  

 

Antes, porém, desconstrói a proibição feita aos médicos para uso da técnica: "... Ao proibir o uso de tratamento médico, o Conselho (Federal de Medicina) ingressou em duas áreas de competência alheias à sua esfera de atuação: em primeiro lugar na área da fiscalização, regulamentação e restrição de tratamentos médicos e estratégias terapêuticas competência que não se encontra entre as enumeradas pela permissão legal do artigo 5º da lei 3269, de 30 de setembro de 1957, alterada em 15 de dezembro de 2004 pela lei 11000, abaixo transcrita; e proibiu uma estratégia terapêutica que somente o médico responsável pelo paciente pode discernir.  

...". 

 

e) População cria modo de difundir e praticar a técnica  

 

"Segunda-feira, 9 de maio de 2016  

 

Contra a proibição da Anvisa, do CFM e Cofen  

 

Brasileiros formam grupos populares para multiplicar aplicadores de auto-hemoterapia  

 

O primeiro grupo formado especialmente para capacitar outros aplicadores populares de auto-hemoterapia no Brasil está criado: foi treinado no Patrimônio da Penha (Caparaó Capixaba), no Espírito Santo, neste sábado (07/05/2016).  

 

...". 

 

Texto completo em  

http://hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/contra-a-proibicao-da-anvisa-do-cfm-e-cofen-brasileiros.asp  

 

Só no Estado do Espírito Santo sete grupos com este objetivo já foram criados.  

http://www.hemoterapia.org/informacoes_e_debate/ver_opiniao/capixabas-realizam-primeiro-encontro-estadual-de.asp  

 

f) Lastro científico da auto-hemoterapia vem de longa data. 

 

"Complicações Pulmonares Pós-Operatórias", publicada pelo dr. Jésse Teixeira depois de ser premiado pela Sociedade Acadêmica de Medicina e Cirurgia – prêmio Cirurgia de 1939, registra que " ... 2 o - As complicações infecciosas - não surgiram em nossos 150 casos. Em vários dos numerosos casos em que deixamos de fazer a autohemotransfusão, a título de contraprova, as complicações infecciosas apareceram, sendo tratadas pela autohemotransfusão curativa em altas doses (40 a 80 cc.), pelo soro chloretado hipertônico, álcool, digital, vitamina C, etc. ...". Texto completo em  

 

http://www.rnsites.com.br/artigo_jesse_teixeira.pdf 

 

g) Vasta é a literatura médica mundial sobre auto-hemoterapia. Apesar para citar alguns destes: 

 

Em francês  

 

Alguns títulos sobre auto-hemoterapia  

 

Praxis der Eigenbluttherapie, Harald Krebs - 2007 - 166 páginas no link  

http://books.google.com.br/books?id=v9VCpONbKswC&printsec=frontcover&dq=eigenbluttherapie&am ... 

 

“Autohémothérapie locale dans l'angiodermite nécrotique: étude pilote”, de 2005, original em  

http://www.em-consulte.com/article/155339 

 

Autohemotherapy Reference Manual Definitive Guide and Historical Review From Bloodletting to Stemcells - A technical report by S. Hale Shakman, Shakman, PhD, é diretor executivo do Instituto de Ciências de Santa Mônica, Califórnia, USA. No endereço  

http://instituteofscience.com/books.html  

 

E, PREFACE TO THE SECOND EDITION – 2016: CASE STUDIES 

“AUTOBLOOD – THE MAGIC SHOT” 

Stuart Hale Shakman – July 25 2016 

 

Em http://instituteofscience.com/AutobloodPrefaceSecondEdition.html 

Ubervalter Coimbra
68 anos
- Vitória - ES

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